‘Sempre tem um fundo azul’, ‘eu amo o Cruzeiro’: a emoção de Byanca Brasil pela taça da Libertadores

‘Sempre tem um fundo azul’, ‘eu amo o Cruzeiro’: a emoção de Byanca Brasil pela taça da Libertadores

Nesse sábado (31/10), no Estádio Rodrigo Paz Delgado, em Quito, no Equador, Byanca Brasil carregou a faixa de capitã em uma das partidas mais relevantes da história do clube, a final da Copa Libertadores. As Cabulosas saíram perdendo por 3 a 0, buscaram empate por 4 a 4 já nos acréscimos do tempo regulamentar, triunfaram nos pênaltis por 5 a 4 e conquistaram o primeiro grande título.

Em momentos em que o horizonte parece turvo, “sempre há um fundo azul”, declarou Byanca Brasil. Nesta temporada, “a América está azul”.

“A gente passou por muita coisa para estar aqui dentro. Todo mundo só vê 90 minutos de futebol, mas a gente abdica de tudo. É o ano todo longe da família, passando por cima de todas as críticas que a gente recebeu durante o ano, por todas as incertezas pelas lesões. Mas o Cruzeiro me faz acreditar sempre em tudo. Sempre tem um fundo azul. Hoje, a América está azul”

Byanca Brasil, atacante do Cruzeiro, à CazéTV

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As Cabulosas conseguiram superar e deixar para trás as atuações abaixo no Campeonato Brasileiro (eliminação nas quartas) e na Copa do Brasil (despedida nas oitavas). Reuniram-se e estabeleceram que na Libertadores tinha que ser diferente. E foi. A união do grupo, detalhou Byanca Brasil, foi fundamental para fazer história.

A camisa 10 contou, também, que as atletas lesionadas e que não puderam viajar para Quito, significaram um gás a mais. A goleira Cláudia, as zagueiras Paloma Maciel e Tainara, a meio-campista Gaby Soares, a lateral-direita Laura e as atacantes Millene Fernandes e Ravenna estão entregues ao departamento médico – com exceção da arqueira, que lida com lesão muscular, todas se recuperam de cirurgia para reconstrução do ligamento cruzado anterior do joelho.

“A gente começou a se olhar de novo. Durante o ano, a gente se perdeu um pouco – questão de grupo – por conta das lesões, as incertezas vieram. mas as mesmas que nos trouxeram incertezas, porque a gente perdeu muita liderança em campo, foram as mesmas que foram o gás a mais para estarmos aqui. Quero agradecer demais todas elas. Vocês sabem o quanto são importantes e, ano que vem, vão jogar a Libertadores junto com a gente. Eu tô sem palavras, só quero agradecer todo mundo por tudo. Eu amo o Cruzeiro”

Byanca Brasil, atacante do Cruzeiro, à CazéTV

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Recepção das Cabulosas

Agora, o Cruzeiro prepara recepção das campeãs da América em Belo Horizonte. A chegada da delegação ao Aeroporto Internacional de Confins está prevista para as 7h. A torcida já se planeja para celebrar as Cabulosas no desembarque – se você, torcedor, tem interesse em participar do aerozeiro, basta chegar.

Posteriormente, às 8h, o grupo parte para a Toca da Raposa 1. De lá, as jogadoras saem em carro aberto rumo à sede do Cruzeiro, no Barro Preto – saem pela Orla da Lagoa da Pampulha, descem a Avenida Antônio Carlos e passam pela Praça da Estação e pela Praça Sete. A chegada está prevista para as 11h. Lá, o grupo dialogará com a torcida

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