Zé Lucas se ‘assombra’ com dois jogadores do Cruzeiro: ‘Coisa de outro mundo’
Em entrevista exclusiva ao No Ataque, o jovem revelou que acompanha de perto os dois meio-campistas durante as atividades na Toca da Raposa II. A qualidade técnica dos jogadores impressionou Zé Lucas, que ainda se acostumava com o ambiente celeste quando passou a dividir os treinamentos com atletas que já admirava.
“Matheus Pereira e o Gerson são os principais (tecnicamente), fico observando nos treinamentos. Eles fazem coisas que são de outro mundo. Principalmente quando eu cheguei, era tudo novo para mim e eu os via jogando e falava: ‘Poxa, esses jogam muito mesmo’”, contou.
A declaração traduz parte do momento vivido pelo volante. Apesar de já ter experiência no futebol profissional e de ter defendido a Seleção Brasileira Sub-20, Zé Lucas ainda está no início da carreira e encontra no cotidiano do Cruzeiro a oportunidade de observar jogadores com características e recursos técnicos que despertam sua admiração.
A convivência diária com Matheus Pereira e Gerson permite ao jovem acompanhar de perto o trabalho dos meio-campistas durante os treinamentos. Ao citar os dois como referências, Zé Lucas também expõe a impressão causada pelo nível técnico encontrado no novo clube.
Adaptação ao Cruzeiro passa pelos companheiros
A chegada a um novo elenco envolve mais do que a assimilação das atividades e das orientações da comissão técnica. Para um jogador jovem, a integração ao grupo também passa pela construção de relações com os companheiros. Segundo Zé Lucas, a recepção no Cruzeiro foi positiva desde o primeiro dia.
“Desde o primeiro dia que eu cheguei aqui, o grupo todo me acolheu super bem, tanto atletas, quanto comissão, staff”, afirmou.
Nesse começo, um dos principais parceiros do volante tem sido Felipe Morais. Os dois já se conheciam desde o ano anterior, em razão de convocações para as seleções de base, e a proximidade anterior ajudou Zé Lucas a encontrar uma referência no novo ambiente.
“Eu já tinha uma proximidade mais com o Felipe Morais. Desde o ano passado, nos conhecíamos, eu cheguei, ele me abraçou super bem, é com quem ando no dia a dia, com quem mais convivo, foi muito importante pro meu começo aqui no Cruzeiro e está sendo até agora”, relatou.
A relação com Felipe Morais se tornou parte importante da rotina do pernambucano na Toca da Raposa II. Em meio à adaptação ao clube e à convivência com novos companheiros, ter alguém com quem já mantinha contato ajudou a tornar o início da experiência mais tranquila.
Do Sport ao primeiro gol pelo Cruzeiro
Antes de chegar à equipe celeste, Zé Lucas construiu sua formação no Sport. Começou a jogar aos quatro anos, na escolinha de futebol comandada pelo pai, em Recife. Aos oito, ingressou nas categorias de base do clube pernambucano pelo futsal, modalidade em que conquistou a Taça Brasil aos 13 anos. Aos 15, iniciou a transição para o campo e, aos 16, estreou como profissional.
A mudança para Belo Horizonte representou mais um passo nessa trajetória. No Cruzeiro, o volante passou a dividir o cotidiano com jogadores que admira e a buscar espaço em um elenco de alto nível técnico.
Em 7 de outubro, Zé Lucas viveu um momento marcante desde a chegada ao clube: marcou seu primeiro gol pela equipe profissional celeste na vitória por 2 a 0 sobre o São Paulo, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro.
O gol ampliou a sequência de experiências importantes do jovem em pouco tempo. Depois de defender a Seleção Brasileira Sub-20 e estrear na equipe profissional do Cruzeiro, ele também deixou sua marca com a camisa estrelada.
Entre a admiração por Matheus Pereira e Gerson, a proximidade com Felipe Morais e os primeiros passos em Belo Horizonte, Zé Lucas vive uma etapa de aprendizado e afirmação. Aos 18 anos, tem referências de alto nível ao alcance dos olhos e a oportunidade de transformar a convivência diária com esses jogadores em parte de sua evolução no futebol.
A notícia Zé Lucas se ‘assombra’ com dois jogadores do Cruzeiro: ‘Coisa de outro mundo’ foi publicada primeiro no No Ataque por Vitor de Araújo


